Faltam menos de 24 Horas...


há já nao sei quantos anos espero por este dia...

há já nao sei quantos anos, conto os minutos que faltam...

e já faltam muito poucos...


por agora é a estreia nos estados unidos, mas já falta pouco... falta tão pouco para chegar...

diz que vem a voar...
diz que, pelo caminho, terá que salvar o Mundo de um terrível vilão, desviar o míssil, evitar que a criança seja atropelada...

Bryan Singer teve nas mãos, durante os últimos 3 anos, a tarefa de trazer de volta este mito. chega hoje a oportunidade a tantos, como eu, que vivem e sentem ainda a força de super-heróis, de sentir os seus super-poderes...

vou continuar a contar os segundos até ao dia 8 de Agosto...

... até lá não sei se resisto a dar um salto até à mula...

Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas

Foto de Joana Moreira, Fun Park Parque das Nações, Julho 2004

Neste Dia de Portugal, em véspera do primeiro jogo da Selecção Nacional no Campeonato do Mundo, espero, como há dois anos, que este espírito renasça e viva, pelo menos, durante um mês.

é que, mesmo suscitado por um brasileiro (sem retirar a sua importância) durante um mês o calor aperta e, como esta, muitas são as "boas" manisfestações de apoio.

mesmo que apenas durante um mês todos se lembrem que, afinal, ser português até é uma coisa positiva, gostava que este nobre povo, esta nação valente e imortal, se levante hoje, de novo, o esplendor...

... de Portugal!

Foto de Joana Moreira, Fun Park Parque das Nações, Julho 2004

Parabens!!!

à tia mais babada do momento!!!!


e à mãe... e ao pai


:D

Amigo K

Não fosse até ter piada...


é que até podia ter dado para rir... mas não assim...


.. não com este tema...

continuem a mandar postais!

"Comigo... Ripa na Rapaqueca!"

Fez este Sábado um ano...

...e como sentimos a falta...

nunca mais foi o mesmo. Nunca mais houve jinga, nunca mais houve joga... nem ripa, nem rapaqueca... nem essa vibração tão única, tão especial de quem ama o desporto como só tu.

Nos últimos anos apenas o futebol, mas, diz quem sabe, que era igualzinho com as corridas de carros, andebol, hóquei, basquete... desde Luanda, Brasil, e, por fim, Holanda, nesse jogo, nesse Az – Sporting, onde até a mim o coração me saía pela boca – enquanto a Maria, em pânico, fazia piscinas na sala. “tenho um armário à minha frente, merda para ti oh boche!” como só tu sabias dizer, “vai à merda!”

Mas ela não foi.. e veio “buscar-te”!

Passado um ano, fazes tanta falta... tanta.

Ainda hoje, domingo, o teu amigo Hélder Conduto despediu-se da TSF – rumando à RTP – com um tremor na voz. O mesmo tremor com que, no dia 9 de Maio de 2005, num Benfica – Gil Vicente, dedicou-te o seu relato dessa noite. No domingo, o Hélder voltou a lembrar o teu nome, não porque alguém o tenha esquecido, mas porque todos os dias serás lembrado.

Havia quem gostasse, havia quem não gostasse... eu gostei... Gosto muito...

Passado este ano, resta-me ligar a PS2, por o Fifa 2006 e imaginar que ainda vais estando por cá... com a mesma força.. com a mesma barriga que chega e factura...

Foda-se!

as Vacas chegaram!


A Partir já da proxima semana as VACAS vão andar por toda a cidade de Lisboa.
Disto já toda a gente sabia, mas, desta vez, um conjunto de artistas plásticos foram convidados a dar o seu contributo no que diz respeito à apresentação dos bovinos.

"A CowParade é organizada em Portugal pela Energy Splash – Produção de Eventos e Desejo Sem Limites – Gestão de Patrocínios, que estão a preparar uma manada de bovinos em fibra de vidro e em tamanho real que será decorada e pintada por artistas locais. As vacas serão exibidas na ruas e espaços públicos de Lisboa, durante os meses de Junho, Julho, Agosto, Setembro e Outubro de 2006. As vacas serão vendidas em leilão público em Outubro de 2006 revertendo o valor para o projecto MecenatoNet"

Uma das 8 instituições beneficiárias deste projecto é a Associação dos Escoteiros de Portugal, e esta é a nossa vaca, desenhada pela artista plástica Paula Castro Freire.

"Vaca Sob Disfarce", Paula Castro Freira. Foto de Vanessa

Dêem prioridade às vacas nas vossas vidas!


5 minutos antes...

Pias, 23 de Abril de 2006. Foto de Joana, Sony F828

E passar por tudo outra vez.. o pânico de passar por tudo outra vez...

Quem disse que Ping Pong não é um jogo violento???


Fajão

Fajão, Abril 2006 - Foto de Vanessa, Nikon D50
Por estes dias... recomenda-se a visita...

diz que funciona!

um duplo abraço

...um outro abril - parte III


Há cinco anos, fui eu quem atendeu o telefone ao Tiago... – que merda! – “tem calma nós vamos já para aí!”

Horas e horas depois no amadora Sintra, fica, hoje, a saudade de um sorriso tranquilo, a brincadeira de criança que deixou uma marca própria nele e que, todos os anos, era recordada nos almoços ou jantares de família...

Era o mais discreto deles todos mas, como todos eles, tinha pelos que lhe rodeavam, um amor tão grande, tão puro e cheio de carinho que não deixava ninguém indiferente.

A imagem da revolta eu sinto-a ainda hoje – todos os dias – no Tiago e, estar com ele, é como estar uma vez mais com o Manel.

Antes do “Tiagão” chegar era eu quem fazia as vezes e ocupava o quarto destinado ao filho lá de casa e, como já disse, melhor do que te ruma família como a minha, era ter duas.
A voz do Manel ainda soa e ressoa no meu peito e, quando, no meio de todo o inesperado, tratei de tudo o que era preciso para as “honras”, ir e vir a Fajão dar a notícia a uma mãe – À minha avó – só dei conta do que tinha realmente acontecido a caminho do cemitério... e tive que encostar a carrinha... nunca tive uma dor tão grande dentro do meu peito. Não me lembro do tempo que fiquei encostado, mas, hoje, prefiro recordar aquele sorriso ingénuo, o seu sentido altruísta e de uma pureza interior impossível de descrever...

Tenho saudades...

Passados cinco anos, continua como se tivesse sido ontem, e as saudades não decrescem...

Se há pessoas que vão antes de tempo... o Manel foi seguramente um deles.

É nestas alturas que eu gosto de me fazer acreditar que isto não fica assim e prefiro acreditar que, de uma forma qualquer, a vida é feita de um material renovável, reeditável, reutilizável, porque, pura e simplesmente, não faz sentido este tipo de.. desperdício!

Tenho saudades... e, se há pessoas que deixam marcas, o tipo de legado que fica é muito mais do que uma marca...


Tenho saudades!

sete abril

Hoje, ao final do dia, ao deixar atrás de si fechada a porta do gabinete, depois do abraço de despedida aos que ainda ficam – o do gabinete do fundo, aquele com vista para o Tejo e para o Aquaparque – depois do último café tomado na cozinha - nessa bela máquina cujo som levo comigo no tempo - depois de um ultimo olhar geral sobre o Open Office que fica, segue-se lentamente à direita, na primeira porta – porque hoje não apetece o elevador – descem-se as escadas – dois lances – atravessam-se dois corredores de portas – mais 4 degraus, porta da garagem, e o carro, parado, com o olhar de quem também se despede, ao entrar nele, colocar o cinto, carregar no Start/Stop, primeira, avançar sobre o portão, um ultimo adeus ao seu homónimo...

Hoje, esta noite, ao final do dia, vai apetecer dar um grito bem fundo, bem alto para que todo um mundo cá de dentro o ouça, ao mesmo tempo em que as memorias de oito anos em que praticamente tudo aconteceu, mas em que acima de tudo, tanta coisa mudou nas nossas vidas – na minha, na nossa...

Enquanto escrevo este post, despeço-me, eu também, de um nome, feminino e, em tantas coisas, de tão feminino comportamento.
Escrevo este post hoje conhecendo bem esta “casa” que, mais do que um nome – mais do que uma empresa – sempre foi nome de uma família. Uma família que nasceu de um sonho. O sonho de poder, juntando a força dos pequenos, criar uma grande força, capaz de negociar com os mais ricos condições competitivas para o mercado.
Conheci-a por dentro – até porque trabalhei lá 2 Verões – e onde, e acima de tudo, aprendi coisas muito mais do que importantes para a vida.

Hoje, ao final do dia, ficam para trás milhares de horas de reuniões e contratos, alguns – bastantes – cabelos brancos, gargalhadas, idas de ambulância para o hospital, rapeis, aniversários, almoços e jantares, assembleias gerais, percentagens – “por centagens” – folheto, paga dois leve três, regresso às aulas, natal, pascoa, feira de vinhos, feira de enchidos, novos produtos, bebidas, não alimentar...

Hoje, ao final do dia, fecha-se um ciclo. Um ciclo – um circo – onde se pôde conhecer meio mundo – e o outro; sentir na pele a justiça e a injustiça.

Nos últimos oito anos aconteceu de tudo – a maioria coisas muito boas – mas, desde 2002, cada dia pareceu uma aventura na qual se tinha que sobreviver, engolir em seco e fazer peito firme para aparar e usar do golpe de rins. E pergunto eu, é justo?

Não tenho nada a ver com isso...

Mas fico triste... a sério que fico.

E a maioria nem sabe o que se lhes está à espera... aguardam-se os seguintes episódios de uma novela que já nem na tvi passava...

"é o mercado!"

Como vinha escrito numa sms recebida por estes dias: “Nada que o Clã Moreira não resolva com uma perna às costas como sempre resolveu” – acho que resume por si só.
E, como diria a Joana... AHHHHHHHHHHHHHHHHH!

E, ao fim deste dia, vai apetecer chegar a casa, porque, no final das contas, nem sempre “a house doesn’t make a home”, neste caso faz!

Até um dia U.


Quero, quando chegar a hora do lobo - a hora em que os nossos espíritos se esgotam - estar ao teu lado - ter-te a meu lado a embalar-me e não me deixar adormecer cedo demais.
Já me habituei a viver contigo perto…

Fazer-nos rir mesmo quando as lágrimas se nos teimam em cair pela cara abaixo

segurar a mão quando nada parece que nos ampara, levar pela mão quando parece não conseguirmos ver o caminho

deixar que os ponteiros girem enquanto a conversa, o riso, o sei lá sem sentido traga de novo o Sol

sentir que, ao mesmo tempo que, por outros lados faço juntar tijolo ao cimento, ferro ao betão, pedra sobre pedra, dentro de mim o mesmo faz sentido.

Crescer, deixar crescer, deixar ser, deixar amanhecer e ver pelas frinchas das portadas o novo dia que começa.

Deixar-me tocar por esse gesto, por esse sorriso, por essa cova de puto estúpido que tem brinquedo novo…

Saber que existe, numa estrada, um “8” tão fantástico.. tão…

Saber que a roda que nos leva a um ponto de onde vemos o mundo…

saber que a vida segue por caminhos que somos nós quem os escolhemos e somos nós quem traça o rumo por onde seguir

e… contudo… apenas passou um mês…

Estrelinha

Conheço uma pequenina estrela que, a cada dia, depois de amanhecer, inspira o ar de lá fora e sai à rua na procura de um melhor dia.
Sei de uma estrelinha que, todos os dias, sonha...
E sonha...
E que bom é sonhar.
Faz-nos falta sonhar, faz-nos falta querer ser, ambicionar, desejar, querer ser...

Por mais tímida que seja essa estrelinha, por mais discreta que seja essa estrelinha – essa forma de se ser – deixo-a ficar, abro-lhe os braços e deixo-a recostar-se no meu peito.

Que essa estrela nunca deixe de brilhar!

22 Fevereiro - 38º Aniversário


Pátio dos Salios, Sintra
Há dias e momentos que nos marcam enquanto Homens mas há, acima de tudo, Pessoas que nos marcam como Seres Humanos.
Esta noite, como tantas outras em que nos voltamos a reunir, senti a verdadeira razão, o verdadeiro motivo que nos une. Uma causa comum, uma Casa comum, uma família da qual, uma vez fazendo parte, nunca mais dela deixamos de ser.

À família 23 que hoje completou mais um aniversário eu deixo aqui os meus parabéns. a uma família que não fica pelos d elenço Bordeaux e Amarelo, mas aos pais deles, aos tios, aos irmãos, aos primos, aos amigos, aos que, de uma maneira ou outra, contribuem para esta grande família.

Aos que hoje voltaram a um encontro, aos que sei que não faltarão ao próximo.
Aos que, mesmo sendo de outros grupos, fazem parte desta família.

a todos nós e vós,

um grande e apertado abraço.

Porque é no aceso lume de uma fogueira, no sincero e genuíno olhar, no cantar…

…no fogo em que meditamos o nosso crer…

É bom saber que aqueles que nos tocam nos lugares que ficam escondidos, bem no fundo de nós, sabem que de lá não partirão.

Faço hoje 7 anos de um compromisso…

…passou num instante!

E Sábado vos espero, como sempre, à volta da mesma mesa para jantar.
Porque uma família janta sempre à mesa, e nesta, há sempre lugar para mais um!

Preocupação I

sinto-me, dia após dia, mais preocupado com a escalada.
todos os dias, são umas atrás das outras, as manifestações contra/pro/contra/contra/extrmisto-contra/solidariedade... - e por aí - onde bandeiras, simbolos máximos das nações - livres ou não - são queimadas!

sinto-me preocupado...

mas não vou dizer isto muito alto, não vá a "Polícia do Mundo", essa força de uma potência tão genuinamente justa, fraterna, conciliadora liderada por esse génio da política, filho de outro não menos génio, George Bush.

sinto-me preocupado...

não fossem os 13 penalty's que contei hoje nos jogos dos dois clubes dos quais sou sócio,
ficaria ainda mais preocupado...

"Mais uma noite a vencer"

Durante o aquecimento, ontem - Sporting 1 - Nacional 0
Devagarinho... pé ante pé... (onde step closer, como diria o nosso amigo Bono), as coisas recompôe-se....

Quando acaba a epoca de exames...



e não começa outro semestre... há sempre tempo para tirar o pó à Playstation e mostrar ao liedson como...


...ah, espera.. isso ele sabe...




Repouso um beijo de boa noite, depois de ter embalado o teu sono.
Recosto-me na cadeira e vigio o teu dormir, protegendo-te dos papões que te possam amedrontar.
Vou estar aqui para te ver crescer, vou estar por aqui para te seguir os passos.

De vez em quando, a Natureza é capaz de trazer pequenas maravilhas, perfeitas maravilhas, capazes de fazer chegar até nós a luz mágica da ternura de um olhar tão doce como este, que vos não mostro porque é precioso demais.

A vida tem destas coisas… e como eu gosto desta vida :D

The Dance Goes On




"Well I’ve worked all over this dirty town
Seen all kinds of places
Worn my shoes out on a road nowhere
A hired hand in search of wages
I’ve dreamed and schemed and planned and sweated
Wound up with a heart full of nothing
And sometimes, I swear these days never gonna end

But the dance goes on
And the rain comes down
And the music plays
While the world goes around

I’ve driven my engine down a lonely road
Wondering where in hell I was travelling
Burned my bridges in the dust and rain
Hope was my only companion
I’ve hammered these rocks and dragged these chains
Found out how a spirit gets broken
And still never found the place I’ve been searching for

You gotta catch the rhythm
Keep on moving – grab what’s goin’
Get up and running
‘cause the dance goes on

Dance on babe it’s alright
Dance away into the night
Dance away

Well I found me a lover down in Suzie’s place
She was pretty as a Japanese princess
Left me chained up to a broken heart
Must have burned every one of my fingers
Well I woke up lonely in a town somewhere
With nothing but the clothes I was wearing
And I screamed out loud oh lord tell me what I’ve done"

"
John O'Kane - The Dance Goes On.mp3" Clica para sacar na Mula
John O’Kane, Solid - 1991


Porque existem alturas em que parece que já nada de bom pode acontecer, que todo o mundo se nos abate como que um castigo divino. Quando, a cada passo que dás, é mais uma que te leva ao desespero e as forças para levantar e erguer nem que seja um sussurro capaz de fazer levantar.
Ninguém disse que seria fácil, ninguém disse que era só deixar andar…

Ainda assim, a vida continua, e não espera por ti.
Porque “the show must go on”, limpa a lágrima que te escorre no rosto, levanta a cabeça, e enche o peito de coragem para pisar o passeio.
Do outro lado da rua de tua casa, está um pátio cheio de crianças que gritam, choram, jogam aos polícias e ladrões, ao gordo que vai à baliza… Bebe, dos olhos deles cheios de gozo, um pouco dessa alegria e tenta sentir, com os acordes que te envio, a batida de um novo dia.

Nem todos os dias são maus… e se precisares de mim para te embalar e proteger o sono… sabes que voarei!

Tenho saudades do sorriso de “pikinina” criança…

Solta-o!


Pour M.

deixas em mim tanto de ti

"A noite não tem braços
Que te impeçam de partir,
Nas sombras do meu quarto
Há mil sonhos por cumprir.

Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,

Deixas em mim
Tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

A estrada ainda é longa,
Cem quilómetros de chão,
Quando a espera não tem fim,
Há distâncias sem perdão.

Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,

Deixas em mim
Tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

Navegas escondida,
Perdes nas mãos o meu corpo,
Beijas-me um sopro de vida,
Como um barco abraça o porto.

Porque tu,
Deixas em mim
Tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti"


Pedro Abrunhosa, Momento 2002

 
estrelas no deserto | Desenhado por techtrends | © 2008 mais ou menos todos os direitos reservados