Devil's and Dust

Devil's and Dust,

Um regresso aos bons velhos tempos, ou um reconhecer que a vida já não está para grandes roques... seja como for, este é um grande album, e que recomendo vivamente a todos. Springsteen está aí de volta e de que maneira!

Ainda bem, já lhe sentia a falta :D

continuação....

A noites, os dias , as manhãs, a vida... tudo segue mesmo aconteça o que acontecer...
O meu último post foi a minha homenagem, hoje, à altura em que escrevo, já João Paulo II, Karol, foi sepultado, e já temos Papa, como desde ontem as televisões não param de nos inundar...

A vida continua, e as recordações, as cartas, as memórias, as palavras, guardamos naquela caixa.. junto áquele abraço de todas as noites...

Pelas nossas vidas, há pessoas que fazem os momentos, há pessoas que vêm e vão, outras que ficando, nos vão trazendo todos os dias a vida que há em todas elas...

A par de tudo isto, há a Música que, ao contrario dos instantes, das personagens que vão fazendo a novela da vida, vai dando um sentido, um ritmo, um rumo, ao caminho que vamos seguindo.

Hoje voltei a tropeçar nesse hino que é o Blower's Daughter e dei-me comigo a pensar no que esta já disse...
Estivemos lá todos nesse noite, e para casa um de nós disse coisas... e hoje? o que te diz?

Como disse, a vida continua e não há nada como acordar de manhã e saber que estás lá... na minha play list, na sexta faixa, logo após ao Bruce, que sempre, desde sempre, lá esteve... Em vinyl, em cassete, em cd... em mp3... mas sempre la esteve... e o que diz ele? ou disse... o que dirá?

porque a vida continua, porque a vida tem de ocntinuar...

até já!

O encontro mais esperado...




Ao acordares amanhã, muito provavelmente Karol não o fará. Ao amanhecer amanhã, o Mundo terá visto partir, independentemente de crentes ou não, uma das suas mais importantes figuras. O peregrino do mundo vai, finalmente, ter o seu encontro mais esperado...

Hoje, esta noite, independentemente daquilo em que cremos ou no que acreditarmos, sentirei a perda de um ser Humano que, quer se concorde ou não com posições da instituição que representou, lutou sempre por um Mundo melhor.

Lutou até à última das suas forças sem nunca ter desistido, mesmo debilitado há mais dé uma década.

Esta noite espero que tenha enocontrado o seu caminho, em paz, mas sobretudo, porque o merece.

Serve o presente post como a minha homenagem a uma figura que ficará para sempre...

Porque a vida continua...

Porque Sim...

Esta noite, quando chegares a casa, tudo estará pronto para ti. Já os deitei, com um beijo na testa a cada um, e aconcheguei-lhes o cobertor; dei um jeito à cozinha, à sala, e estive com eles a arrumar as coisas que passaram a semana espalhadas… Ainda bem que Londres fica longe: de lá não podeste ver a bagunçada que estes três diabos fazem à tua casa, na tua ausência…
Vou passar pelas brasas um pouco, já confirmei a hora de chegada do teu voo… tudo em ordem…
Amanhã fazemos anos, como passou tão depressa… Levo-te a um restaurante especial que fui com uns colegas la da firma. É calmo e come-se bem… e o ambiente… vais gostar. Já encomendei a mesa e duas garrafas do teu vinho…
Não houve segundo em que não pensei em ti… em tantos e tantos anos, como é possivel cada dia gostar mais… cada dia querer-te mais e mais.
Passei estes últimos dias a sonhar com a tua chegada… de malas, meio atarantada e mal dormida, mas com os olhos… esses olhos que desde o primeiro dia em que os vi, soube que seria para sempre… Esses olhos que, desde o ciclo, quando, de costas na carteira da frente, eu comentava com o F. e dava por mim a sonhar acordado…
Passaram-se dez anos até te reencontrar e.. de vez… Nunca mais vou esquecer da Final, no Bar, em que te voltei a ver… de novo.. como nos filmes… como se nunca tivesses saído, como se nunca de lá tivesses deixado de estar… e não deixaste de estar…

Tantas e tantas noites depois, tantos e tantos pores e nasceres de sol que partilhámos, tantos e tantos sumóis, cafés, arroz de gambas… depois de tantas pequeníssimas coisas, espero-te, esta noite, sentado neste banco metálico do Aeroporto de Lisboa, contando cada segundo, como sempre te esperei, no café, à porta de casa, e sei que, mal vislumbrar uma madeixa do teu cabelo cor-de-coisa-qualquer, vou tremer, gelar, arrepiar, secar-me-à a boca, como sempre… desde a primeira vez…
Abraçar-te-ei, e sentirei cada milimetro do teu corpo junto ao meu, fecho os olhos, e dir-te-ei ao ouvido uma vez mais, como sempre, “Gostas… eu gostas tanto de ti, quero-te tanto meu amor!”

Passaram-se tantos anos desde o primeiro abraço, desd eo primeiro beijo, e como sempre soube, haveria de estar aqui, hoje, a ler-te isto, deitado em teus braços, e respirando o mesmo prazer que tu.

Amo-te desde o primeiro olhar, já nem lembro como foi… o sitio... – não seria dificil – mas, como sempre, nunca duvidei que aqui voltássemos um dia…

Prometi fazer-nos chegar até aqui…
olha para trás meu amor, vê o que fizémos nascer juntos. Olha para eles, olha para nós…

“Vem, anda cá! chega-te mais perto, quero dizer-te um segredo” - Sorris com esses lábios que me arrepiam e dizes que não. Não te vou morder, não te vou fazer mal – “Não te como, anda lá”. Cedes, por fim… “ Quero ficar contigo, deixa-me fazer-te feliz!” e... dessa vez… nessa vez…
“Eu também quero… Eu Quero! Sim… podes ajoelhar… Hoje posso dizer: Sim!”

Porque nunca deixaste de acreditar, porque nunca é tarde para acreditar, a todos os que acreditam… para todos os que acreditam…

M., porque milagres acontecem Mesmo!
... e porque eu acredito...

eU!

14.05

Não me lembro o dia ao certo... teria 5 anos... e nem me lembro onde começou...
Desde esse dia até hoje, até ao dia de hoje, poucos foram os dias em que não tenhamos trocado nem que fosse um "bom dia"...
Esta noite, em que escrevo, não bastaria para falar destes 19 anos...
19 anos de bolas ao cesto, de corridas em atraso para chegar a horas... das filas para o autocarro, de estrelas pelas avenidas, de Luzes e águias negras.. de casais mais populares, de centrais onde a energia, um dia, nasceu de carvão e hoje é museu... de viagens, festas, abraços risos, lagartos e lampiões... das festas de onde nasceu essa paixão, hoje, com sotaque italiano...
19 anos de tantos e tantos quilómetros em passo de corrida, "joga fleck", chuta de três... noites em branco nessas finais mágicas onde Jordan se imortalizou...

Anos e anos de tantas e tantas memórias, cansaços e abraços, barcos que zarparam e que ao porto sempre voltaram... Porque haverão sempre os nossos barcos que zarpem mas que sabem onde o porto é seguro.
Porque nos havemos de estar sentados juntos sempre neste dia...
Porque haverão sempre coisas que, mesmo que não as digamos... não deixam de se sentir e existir...

Parabéns Gordo! e que mais 24 anos se sigam a outros 24...

eU!

Vem...

Porque sim, porque me apetece... porque gosto!
Porque te gosto... porque me gostas!

Porque sim, para te ver, para te ser, para me quereres.. porque te quero!

Porque sou, porque te respiro, porque me vejo e se te revês em mim, em nós mesmos...

Porque existes, porque existo, porque somos.

Porque somos!

37 anos...

.

No caminho, pelo trilho, na estrada, no penhasco. Na praia, na vala, na valeta, no horizonte. Na Paz, na Luz e na fogueira. Na dor, no suor e na saudade. No dia 22, no regresso, na partida, no até sempre. Na marcação do ponto, na conquista da bandeira, na vara da patrulha. No rasto que apaguei, no sinal da pista que segui, na farinha que me ficou tatuada. No prazer que tive em te conhecer. Na noite em que aprendi o Sol#, na lata do atum que me matou a fome. No rouxinol que me acordou, no lanche na Foz. Na dança que te dei, na luta que travei, no beijo que em silêncio ficou por dar. Na bandeira que arriei, no sentido que destrocei. No Sempre-Pronto que me fica, que te fica. Pelo que cresci, pelo que abracei, pelo que aprendi. Na que fica na retina, na que fica no rolo, no slide em que atravessei o rio. Na arvore que subi, nos calções que rasguei, na molha que foi até à espinha.
37 anos… tanta vida, tanto crer!

"De Queluz que aqui vês, É o Grupo ideal,
Está presente o vinte e três,
Escoteiros de Portugal
"

porque Tanto insistes?

'Depois de tantos adeus... porque insistes?
Depois de tantas vezes em que me viras as costas, me pedes, dentro de ti, que continue, todos os dias... que volte…

Depois de tantas horas de sorrisos, beijos, abraços, toques, suores e sei lá mais o quê... porque insistes em não zarpar comigo.
Vem comigo, segue-me, abraça o que o teu coração a todos já disse…

Hoje voltei a ver-te, de fugida, mas, como sempre, em mim, em nós (ahhhh), este calor que é tão grande… tão maior que qualquer outra coisa… fez derreter o olhar que tentaste gelar desde aquela noite…
Segue-me, anda daí ver como se ama cá fora… sai dessa caixa onde te reduzes há meia dúzia de tempo…
Anda daí ver que o Sol brilha ainda… anda daí ver como os pássaros ainda cantam…
Confia em mim, deixa-me sonhar-te com estas palavras que te canto ao ouvido, junto a esse pescoço onde me derreto nessas noites sem dormir…'


Podia ter sido eu… podíamos ter sido todos nós…todos os dias... perto demais

Esquece... Lembra-te desse abraço

Esta noite apetecia-me muito pouco saber que existes… esta noite, era tão bom que nem o teu nome eu lembrasse, ou que alguma vez o tivesse ouvido um dia.
Era tudo tão fácil se me tivesse esquecido nestes anos… tinha sido tão fácil o escolho ter sido o da esquerda e não o da direita, no dia em que à direita estavas tu… teria sido tudo tão simples se isto que me arde cá dentro tivesse morrido à nascença, como tentaste enquanto fomos crianças…
Gostava de não sentir o que de tão grande não cabe em mim.
Gostava não ter de pensar que esta noite choras o frio que o vento não leva daqui para fora.
Gostava, esta noite, de não quer tantas e tantas coisas que quero e todas elas contigo. Gostava de te poder enxaguar as lágrimas que no teu rosto adivinho.

Esta ansiedade, esta espera devora-me por dentro. A vontade de chegar até ti e dizer-te que não partas sem mim é demasiado grande.

Hoje, assim como ontem, voltou a chover como já há meses não acontecia… e como eu temi cada gota, assim como cada gota que ainda agora, neste momento a que escrevo, se vai precipitando do mar dos teus olhos… esse oceano de sonhos, viagens e desejos… secretos… como nós um dia fomos…

Deixa-me que te dê este abraço quente, forte e longo que tantas tardes foram ficando nas despedidas, mas que foram marcando o que hoje ficamos.

Posso dizer que gosto de ti, posso dizer que esta noite, ainda mais que todas as outras, queria tanto, mas tanto, adormecer ao teu lado.

Sempre, para sempre,

eU!

Se fosse esta a noite?

Se fosse esta a noite dos teus sonhos? A noite de todos os teus sonhos! Se fosse esta a noite em que pudesses dizer-lhe tudo e que só ela te deixa assim.
Se fosse esta a noite em que deixasses tudo lá fora e juntos viajassem por esses mundos que outrora foram descobertos por Vós.
Se esta noite amasses como nunca, suasses como jamais, sorrisses como ninguém.

E se esta noite tocasses? Tocasses para ele a música que mais gostas e partilhasses com ele esse teu doce prazer.
E se esta noite provasses o paraíso... e trouxessem juntos até vós?

Lá fora a lágrima que escorrega o quente vidro, deixa adivinhar através dele a paixão que para dentro dele se vive...

Dormes agora... Descansas e sonhas com tantas e tantas noites que a poderias ter a teu lado e resumes todas essas noites em uma só – Nesta! E se fosse esta noite...

Seria esta a noite em que, descalços, percorreriam a praia deserta iluminada pelo suor e acompanhados pelos sons e silêncios desse mar. Suores faróis de luzes distantes que preenchem outras paixões, outros desejos. A Lua espelhada na água mostra o seu brilho. As estrelas lá no alto jogam com o prazer de uma noite de Verão.
Um Verão de sempre. Um Verão de todas as noites do ano. A areia está seca e deitam-se. Beija-a na face que adivinhas pelo cheiro. Encontras o brilho dos seus olhos quando abres, para ela, os teus.
A agitação cresce dentro de ti como que se vos consumisse de desejo. Ardem-se de paixão. Beijam-se no jogo entre o vazio que vos rodeia a plenitude de um Mundo cheio de paixão. As roupas ficam na areia, espalhadas, traçando-vos os movimentos, confundindo-se na vossa estranha confusão se sentidos.


Os corpos, suados pela noite, assimilam a paixão. E na loucura, horas e horas, sem que ninguém chegasse, o Sol acordasse. E se fosse esta noite...
A noite em que, na terra sem nome, pudesses estar como sempre desejaste. E Amar. Amar. Amar como quem ama sempre, amar como quem ama... para sempre!


Beija-o, Sente-o, envolve-o! Toca-lhe – Ama-a!
E se fosse esta noite...


Poderia ser agora, podia ser agora que te diria tudo.
Poderia ser agora que lhe dirias tudo. O tudo que até poderia ser nada. Apenas a tensão do olhar. Apenas o gesto de um beijo. E bastaria só um olhar. Uma presença, um toque. Uma brisa do seu cheiro, seu sabor, sua paixão.
E bastaria aquele seu brilho que trazes hoje nos olhos. Uma cor, um som, uma voz. Uma frase, um silêncio – The sounds of Silence... O amor, a paixão.
E se fosse esta a noite! Só uma noite, apenas uma noite! A Noite...


E quantas vezes não é à noite que amas...

(por tantas e tantas noites... que foram, ou que poderiam ter sido)

Quando, te vi chegar…

Quando te vejo chegar, a cada vez que partes, a saudade que bate cá dentro é tão forte… as saudades que de ti tive durante a tua ausência abatem-se em mim, num fundo, tão fundo… tão dentro de mim…

Enquanto esperava por ti hoje, passei pelo tempo, pelos meses, pelos dias, pelas horas em que de ti não ouvi a voz, não te senti o cheiro, não te senti as mãos…
Os relógios iam anunciando a tua chegada. E, fosse num qualquer atrio de camionagem, na gare ou, simlesmente, lá for a no banco do jardim, os nossos sonhos, o teu cheiro, as noites lá for a ao luar, as palavras que parlinhámos ao som de uma qualquer faixa de um qualquer cd que foi tocando naquela noite à tua porta, ia-me acalmando o espírito…
De olhos fechados, o teu corpo ia-se-me tornando mais definido, as tuas curvas, o traço do teu rosto, as covas do teu sorriso… ah tanta saudade…

-Mas nunca mais chegas?! Mas porque é que nunca mais chegas?!

Sei cá dentro de mim que és minha e eu e tu somos um só… sei ca dentro de mim que a saudade que de ti tenho é tão infinina como o tempo que nos levará juntos… sei, cá dentro de mim, cá no fundo de mim, que, como noutros tantos dias chegaste, hoje chegarás, e muitos novos dias nascerão em que aqui, neste banco, te esperarei até ao momento em que os meus labios tocarão os teus…
Esse farol que nos olhou toda a noite, sabe os segredos que encerramos para smepre dentro de nós como se de uma conspiração contra o regime tratássemos. Uma conspiração por um futuro melhor, por um dia em que livres e felizes seremos… dia em que poderei ver-te ao acordar e dizer “bom dia amor!”… dias em que sei sentir-te nos braços logo mais à noite, em que, em sonhos de magia, nos adormecemos aos dois…

Vejo-te agora passar ao longe.. chegaste por fim… tão bonita que és.. tanta saudade que de ti tive… cada dia estás mais bonita amor…

- olá amor… fizeste boa viagem?

13 Vitórias seguidas...


Liga TMN - Meus amigos, uma vez mais o C.A. Queluz está a fazer história.
Esta tarde, ante o sl benfica, mais um vitória no caminho do título, que desde 1984 não vai para Queluz.
Recordo o Queluz é Vice-Campeão Nacional depois de, no playoff final da época passada, não ter conseguido vencer o FC Porto - apesar de ter forçado um sétimo jogo.

Queluz, Queluz, Queluz!

;)

Uma destas noites tive um sonho…

Sonhei uma igreja vazia…
...pelo chão esvoaçavam folhas secas e muito pó pelos bancos vazios… as portas escancaradas deixavam passar o vento que ecoava sozinho pelas paredes de madeira secada aos anos…

No altar um tipo sentado no degrau à espera... de rosto fechado oonde o calor lho vazia suar…
Vestia um escuro fato, molhado pelo mesmo suor que lhe secava o rosto. Amarrotado e sujo como este fato, ele ali estava, sentado, há já nem ele sabia quanto tempo…
Nada ali passava fazia anos… nada, nem um som senão o seu respirar e o vento que teimava em fazer contar o tempo…
A espaços os corvos, morcegos e pombos entravam pela porta, mas nem estes se demoravam muito… cruzando um cruel bailando como quem goza e troça a sua liberdade e faz vaidade dela, fazendo agitar um pouco mais as folhas do chão.

…mas lá no fundo ele acreditava…

… mas lá no fundo ele sabia o que lá estava a fazer…
havia nele um crer, uma fé expontânea… uma verdade que só ele, dentro de si mesmo, sabia haver…

.. e assim se deixou ficar… à espera…

e meses, anos assim se passaram… com ele ali, deixando que o tempo vivesse por ele… deixando que toda uma vida se lhe passasse por si…

um dia acordou diferente…

Nessa manhã o sol acordou-o com um dos seus milhões de braços… um deles lhe fez brilhar o rosto com mais força, fazendo despertar o olho…

Sentiu um perfume diferente no ar… o vento, que outrora entrava desgovernado pela porta, hoje parecia seguir uma corrente ordenada por uma outra qualquer força misteriosa que pairava no ar.

Um perfume de repente abriu-se e entrou pela porta… uma luz mágica cresceu à entrada, uma imagem parecia formar-se… parada.
Uma aurea que vislumbrou, um perfil, um vestido branco… um rosto branco, pálido… um sorriso, que reconheceu.
Os seus olhos começaram a brilhar, um brilho tão grande como todo o amor que sempre teve e fez acreditar que esse dia ia chegar…

Lentamente o corpo reagiu e aos poucos recuperou a posição.
A imagem tinha agora um rosto, um sorriso, um olhar tão puro e transparente como o mar, caminhou em frente…
Enquanto se foi aproximando, a igreja foi tomando cor, os bancos, deixaram o pó e encheram-se de gente que parecia nunca de lá ter saído.
A cada passo o seu sorriso foi abrindo. O fato que vestia há anos edireitou-se assim como o seu cabelo, o seu corpo, o seu rosto… aberto…

Chegou-se até ele, olharam-se nos olhos, sorriram... aquele sorriso que tanto tempo trocaram, em segredo… no fundo canto dos seus seres…

A boca dele chegou-se ao seu ouvido…

“eu sabia que vinhas…”

Vitoria Injusta

Depois de um jogo totalmente dominado seja melhor equipe, o sistema acabou por dar o ar de sua graca e apareceu sem ser convidado. Nao haverá  terceira vez... Vemo.nos na chegada...
eat my dust!

Busted!



Há coisas mais fortes que nós... há coisas que se nos palpitam dentro e nem sabemos o porquê...
Pode não ser pela relva, pode não ser pelas riscas das camisolas, mas que, de facto, algo nisto é especial... é um facto.

Muitas vezes é por simples "feminismo" ou anti machismo que se fala mal da "Bola", mas que há uma magia há...

Meninas, não tem nada de machismo o futebol... é uma paixão, mas nunca nos dará mais prazer do que aquele que voces nos dão...

No futebol, assim como em outro desporto qualquer, as vitórias, as conquistas, as tácticas, as fraquezas, são imediatas... tudo é imediato... por isso é tão lindo...

há tempo e espaço para tudo...

:D

e por fim... dois de rajada


"Sá Pinto regressa aos golos na goleada do Sporting ante o Pampilhosa
O avançado do Sporting marcou por duas vezes na goleada hoje infligida ao Pampilhosa (4-1), em jogo para a quinta eliminatória da Taça de Portugal."
in a bola

sem mais palavras... apenas um largo e rasgado sorriso!


Força SÁ!

porque um Adro se vestiu de vermelho fogo...

uma volta... duas voltas... entorto o relógio... volta a bater...
faz tempo que não te ouvia tocar... faz tanto tempo que te não ouvia bater...
ontem voltei a dar-te corda, e não paraste como das ultimas vezes...

durante muitos anos tive de dormir contigo na Sala, com o Gui, e, a cada meia hora, tapar os ouvidos para não te ouvir... - há tanto tempo... há demasiado tempo.
Agora é um prazer sentir-te respirar, sentir-te viver...
tantas horas já bateste, tantas pessoas te já ouviram... tantos que já passaram por aquela sala e soubeste, com pontualidade britânica, cumprimentar.

Este ano, passei o ano contigo, e levei-os comigo... em troca, devolveste-me um par de abraços que não sentia há tantos anos, outros até que nunca os tinha sentido na boavinda ao novo ano. Já não sei há quanto tempo foi, é tão bom voltar a te-los por perto...

que estes barcos Zarpem... com K, "K"onvosco... dissémos... e, como que voltando ao abrigo de patrulha, as bocas só adormeceram quando o sol nasceu... é bom não é? :D

Fajão é tudo isto, e tanta coisa mais...

quando te avisámos que Fajão tem poderes, tem, de facto... e só quem lá vai os sente... e volta...

Não há uma pessoa que lá tenha ido e não tenha voltado... porquê? experimentem...

pela mesma razão que os olhos se molhavam, no Adro, à despedida... - e como sinto falta desses 2 pares de olhos claros, encharcados de amor, pedindo que voltássemos depressa... e volto sempre, Juro que volto!

Viste-me crescer, aprender, Ser... e como é bom voltar... "F"oltar!

"Obrigado pela melhor passagem de ano que já tive" - disseste... e eu respondo...

Juro que volto... Juro que voltarei a dar-te corda!

Felix Neateaux



Como um quadro que à mesa se vai pintando, os finos recortes desse prazer que é a vossa companhia.
Desta vez à mesa da minha sala de jantar... uma próxima vez algures... esta porta estará sempre aberta...

que "K"ada um de vos seja feliz!

Esta noite milhares de famílias, como esta, se vai juntar na celebração de mais um Natal.
e porque cada vez mais inventamos razões para estar juntos uma vez mais, deixo votos de um muito feliz, próspero e doce Natal e Ano Novo.
eU!

"White Houses"

Crashed on the floor when I moved in
This little bungalow with some strange new friends
Stay up too late, and I'm too thin
We promise each other it's til the end
Now we're spinning empty bottles
It's the five of us
With pretty eyed boys girls die to trust
I can't resist the day
No, I can't resist the day

Jenny screams out and it's no pose
'Cause when she dances she goes and goes
Beer through the nose on an inside joke
I'm so excited, I haven't spoken
And she's so pretty, and she's so sure
Maybe I'm more clever than a girl like her
The summer's all in bloom
The summer is ending soon

It's alright and it's nice not to be so alone
But I hold on to your secrets in white houses

Maybe I'm a little bit over my head
I come undone at the things he said
And he's so funny in his bright red shirt
We were all in love and we all got hurt
I sneak into his car's cracked leather seat
The smell of gasoline in the summer heat
Boy, we're going way too fast
It's all too sweet to last

It's alright
And I put myself in his hands
But I hold on to your secrets in white houses
Love, or something ignites in my veins
And I pray it never fades in white houses

My first time, hard to explain
Rush of blood, oh, and a little bit of pain
On a cloudy day, it's more common than you think
He's my first mistake

Maybe you were all faster than me
We gave each other up so easily
These silly little wounds will never mend
I feel so far from where I've been
So I go, and I will not be back here again
I'm gone as the day is fading on white houses
I lie, put my injuries all in the dust
In my heart is the five of us
In white houses

And you, maybe you'll remember me
What I gave is yours to keep
In white houses


Vanessa Carlton@Harmonium

assembleia extraordinaria

a Entidade vem por este meio convocar a assembleia para uma reunião extraordinária.

22.30 no "Café, Chás e Gajas"

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